Umas pitadas da história dos hydrofoils ...

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Manuel Sá
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Mensagem por Manuel Sá » sexta mar 02, 2007 6:13 pm

Faço minhas as palavras do Paulo Capelo:
paulocapelo Escreveu:Está a ficar um trabalho muito bom. Este catalogar cronológicamente dá imenso trabalho de pesquisa. Está sem dúvida nenhuma a enriquecer o forum com informação que possívelmente não encontraremos em mais lado nenhum com esta compilação. :neutral7:

Continuação de bom trabalho. :neutral10:
E acrescento:
Noutra vez, se ainda estiverem interessados, podemos avançar por essas áreas.
Mas é claro que estamos interessados :!: :!: :!: :!: :!: :!: :!: :!: :!:

josecarlos
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Mensagem por josecarlos » sexta mar 02, 2007 9:08 pm

:lol: ola , só posso ver a noite quando chego a casa, venho a correr, dou um beijinho no cabide penduro o casaco na mulher e pumba na net, topico HYDROFOIL :mrgreen: MUITO BOM TRABALHO estou maravilhado, abraços

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Skipper
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Mensagem por Skipper » sexta mar 02, 2007 10:49 pm

Carlos Mariano Escreveu:...sendo a navegação do modelo trimaran normal ,uma tarefa de precisão e grande controle por parte do operador ,e que nem sempre se livra de umas cambalhotas,como é que eles se atrevem a navegar com hidrofils?
Não há dúvida nenhuma que deverá ser necessária uma grande precisão de controlo de um objecto que vai num equilíbrio quase perfeito de sustentação. No entanto, e sem nunca ter nevegado numa coisa destas, parece-me que as cambalhotas, após o necessário período de treino, não deverão ser tão frequentes como num multicasco "normal". Digo isto, pois parece-me que uma das razões das cambalhotas destes multicascos, resultam de uma desincronia de movimentos entre o aparelho e o casco. As velas têm potência, mas o casco "prende" na água - cambalhota. Talvez esta enorme redução de atrito desculpe mais as asneiras do timoneiro, e harmonize a vontade de andar das velas com o andamento real do casco. Espero ter-me feito entender nesta turbolência mental.
Carlos Mariano Escreveu:Como curvam?
Curvam com o leme, como os outros, mas quase de certeza que o toque de leme deverá ser N vezes mais sensível do que num multicasco convencional. Também a potência constante nas velas e a "arte" de não o deixar parar, deverão ser cruciais num barco destes.
Carlos Mariano Escreveu:Tenho muitas dúvidas e palavra que gostava de ver como é ,o que vai ser pouco provável .

Oh Carlos, que pessimista caraças. A verdade é que também eu gostava de ver e experimentar. E, se me dessem a escolher, preferia que fosse num a sério, embora me contentasse com um modelo... 8)
O pessimista queixa-se do vento.
O optimista espera que ele mude.
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Mensagem por Skipper » sexta mar 02, 2007 11:12 pm

Vejam o filminho deste link.Na mesma página, poderão encontrar mais alguns vídeos bastante interessantes.

http://www.hydroptere.com/accueil/image ... es/67.html

Esta é a notícia da última proeza do Hydroptere (ver link)

http://www.nautica.com.br/noticias/view ... aa5324fbe7
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josecarlos
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Mensagem por josecarlos » sexta mar 02, 2007 11:32 pm

:lol: ola SKIPPER, espantoso, deve ser um espctaculo andar naquilo

José Franco da Costa
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Mensagem por José Franco da Costa » sábado mar 03, 2007 12:37 am

Justamente por não ser a área que me é mais simpática, vamos espreitar o que se passou com os hydrofoils militares. É que assim não se fala mais em guerras ... :oops: :oops:

A moda dos hydrofoils não pegou generalizadamente a nível mundial. Na América do norte, em 1966, andava-se à volta dos PGH-2. Nas fotos, a seguir, está o que foi baptizado como TUCUMCARI.

Era uma lancha, construída pela Boeing, que ultrapassava os 40 nós. Tinha 72 pés de comprimento, 35,3 pés de boca e um calado de 4,5 pés com os foils recolhidos e de 13,9 pés com os foils armados.

A guarnição era de 12 homens.

Ficou pronto para usar em 1968 e foi utilizado em operações militares na zona de Danang. :roll: :roll: Lembram-se, no Vietnam.:oops: :oops: :oops:

Depois da guerra do Vietnam, foi utilizado na Europa em demonstrações e exercícios de militares no âmbito da NATO.

Em 1972, teve um violento acidente contra um recife de corais em Porto Rico e foi decidido não o reparar. Terminou, assim, a sua carreira militar. Felizmente, como resultado do acidente, não se registaram ferimentos graves na tripulação.

Ei-lo:

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Houve, em tempos, um modelo deste navio :D :D

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O AGEH-1 - Auxiliary General Experimental Hydrofoil, denominado PLAINVIEW, tornou-se em 1969 quando iniciou o seu serviço, no maior hydrofoil do Mundo (320 ton - veio a ser ultrapassado pelo soviético BABUCHKA: 400 ton). Serviu durante 9 anos, até 1978.

Foi também, na altura, o maior casco de alumínio, para além de outros vários máximos mundiais. :D

Era assim:

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Salientaram-se, também, na marinha dos EUA os navios PCH-1

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e PGH-1

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este, o FLAGSTAFF, lutou no Vietnam simultaneamente com o TUCUMCARI.

No Canadá, em testes de 1969 a 1971, o FHE400 BRAS D'OR, motrava-se imponente nas suas 200 tons, num comprimento de 151 pés, uma boca de 21.5 pés, uma largura máxima dos foils de 66 pés e uma tripulação de 29 homens. :shock:

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Mas a era da expansão dos hydrofoils militares já estava a terminar ... :neutral6: :neutral6: :neutral6:
Cumprimentos,

José Franco da Costa

José Franco da Costa
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Mensagem por José Franco da Costa » domingo mar 04, 2007 4:58 pm

Na área dos transportes os hydrofoils apresentavam à partida belíssimos argumentos. Eram mais rápidos – muito mais rápidos – que os navios convencionais, mais económicos (a componente do atrito do casco na água quase desaparecia) e eram uma proposta apelativa, do ponto de vista concorrencial, com a aviação.

A muito complicada e pesada tecnologia associada ao funcionamento dos foils, em voo e em navegação (especialmente a portuária); o problema do raio admissível de curvatura ter de ser muito maior que o dos navios convencionais (consequência da subida do CG conjugado com a alta velocidade de deslocação); o problema do comportamento frente a vagas (sobretudo quando mais altas que a altura de voo da embarcação); os choques dos foils com objectos flutuantes (detritos e até outros barcos ...) e até, dito em tom de brincadeira, por não terem travões ... foram comprometendo a pouco e pouco a expectativa inicial de desenvolvimento deste tipo de navios

Ainda assim, os hydrofoils iam aparecendo um pouco por todo o Mundo. :mrgreen:

Nos pioneiros anos 50, os alemães trabalhavam modelo de testes, como este BREMER PIONNER

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e como o LUERRSEN PROTOTYPE, aqui em exibição algures num museu na Alemanha

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Nestes dois casos vejam a forma como, no início dos hydrofoils, estavam a ser abordados o comando da direcção e a propulsão.

Reparem, quanto à direcção, no primeiro exemplo em que o navio parece não ter lemes enquanto no segundo caso o leme foi crescendo em tamanho para permitir manter sempre um contacto adequado com a água. Quanto à propulsão notem o ângulo de ataque do veio dos hélices no primeiro caso e na engenhosa solução múltipla do segundo exemplo.

O WENDELL FASTSHIP era mais uma proposta

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Os italianos em 1955, com o PT-20, já transportavam 72 passageiros a 35 nós

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Na Austrália, outros PT-20

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Estes outros, para fins policiais, estiveram em uso, em Hessen, até aos finais de 1970, eram os PO3

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Na Rússia

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No Mar Adriático, ligando a Croácia a Veneza

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Na China (um METEOR de fabrico Russo)

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Procurando resolver alguns dos problemas dos hydrofoils já referidos, apareceram os Jetfoils. Fabricados pela Boeing usando os seus motores de reacção que garantem a propulsão por meio de jactos de água orientáveis. Não têm lemes e têm os foil permanente e completamente submersos.

O primeiro que foi fabricado, chamou-se FLORES. Ainda liga Macau a Hong Kong.

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Destes aparelhos ainda existem vários em serviço.

Por exemplo, no mar do Norte

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Em Ostend, na Bélgica

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A Mitsubishi, também entra neste tipo de navio

http://foils.org/gallery/2supers.jpg

Aplicam-se foils a catamarans. Criam-se assim os FOIL CAT

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Repararam como os FOIL CAT voam muito mais baixo que os outros hydrofoils?

E, finalmente, um navio actual. Liga a capital da Estónia à Finlandesa. Leva 300 passageiros a 55 mph (atenção que esta velocidade é superior a 100 Km/h). É o SUPERFOIL 40

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:neutral6: :neutral6: :neutral6:

DESCULPEM O TAMANHO DE ALGUMAS FOTOGRAFIAS. A INTENÇÃO É PODER-SE OBSERVAR MELHOR OS DETALHES :mrgreen:
Cumprimentos,

José Franco da Costa

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Mensagem por josecarlos » domingo mar 04, 2007 9:34 pm

:lol: olá José Franco da Costa, que bonitas imagens
Gostei muito da nossa conversa, já sei mais algumas coisas de HYDROFOILS muito obrigado

José Franco da Costa
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Mensagem por José Franco da Costa » domingo mar 04, 2007 9:43 pm

Viva José Carlos,

Fico contente. Também gostei da conversa :mrgreen: :mrgreen:

Cumprimentos ao cabide ... :neutral1: :neutral1:

(para melhor compreensão desta "boca" ver http://www.ptnauticmodel.net/forum/view ... 8694#18694)
Cumprimentos,

José Franco da Costa

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Mensagem por Helderluiss » domingo mar 04, 2007 10:02 pm

Muito interessante e cativante, ao bom estilo do José Franco.

Esse plano tem mais amigos ou é unico no teu arquivo :?:

josecarlos
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Mensagem por josecarlos » domingo mar 04, 2007 10:11 pm

:lol: Helder, e que tal fazer um HYDROFOILSITO RC não é nada dificil :mrgreen: :mrgreen:

José Franco da Costa
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Mensagem por José Franco da Costa » domingo mar 04, 2007 10:35 pm

Helder,

Há mais qualquer coisita. :oops: Mas acho que é fraquito :idea: Porém as tuas mãos fariam um bom modelo, certamente ... :neutral3: :neutral3:

Toma lá o que consegui arranjar. :Anjinho: :Anjinho:

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É tudo o que tenho. :D :D Oxalá te seja útil. :D :D
Cumprimentos,

José Franco da Costa

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Mensagem por Carlos-Camoesas » domingo mar 04, 2007 10:38 pm

José Carlos,

Essa boca ao Helder é forte...se bem que a pergunta dele sobre os planos induza a isso :lol:

Helder, já estás com o bichinho a remoer? :mrgreen:

Por acaso, lembrei-me e já fui verificar (nos meus "cangaços" e projectos encostados) que ainda tenho o molde de uns flutuadores que há uns anos fiz com a intenção de fazer uma "gaivota" a pedais para a minha filha... :cry:

Nunca cheguei a fazer o "deck ", mas o "casco" tem cerca de 230 cm de comprimento e alguns 30 cm de largura máxima.Pelo que me lembro, cada flutuador foi estudado para uma capacidade lá para os 25-30 litros de sustentação como diria Arquimedes. :neutral1:

Lembrei-me disso depois de ter visto novamente fotos do Hydroptere e o meu flutuador é muito parecido com o casco central e principal. Na altura, quando fiz a "mock-up" baseei-me no design do casco dos submarinos U-Boot, sem as "bossas" laterais (o Helder certamente terá uma ideia exacta do aspecto da coisa).

:idea: Pensei logo cá para comigo, este pessoal do fórum partindo deste "casco", não conseguiria fazer uma coisa aproximada ao Hydroptere? Reunidas as potencialidades, conhecimentos, experiência de cada um...Um especialista em velame, outro em foils, outro em pilotagem à vela, outro em...
Se o ptnauticmodel tivesse instalações próprias, ao estilo de uma sede ou clube, ou estaleiro próprio :mrgreen: 8)
"In the End, we will remember not the words of our enemies, but the silence of our friends."
- Martin Luther King Jr. (1929-1968)
http://ovarcraft.com
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Mensagem por Helderluiss » domingo mar 04, 2007 11:02 pm

Carlos-Camoesas Escreveu:Se o ptnauticmodel tivesse instalações próprias, ao estilo de uma sede ou clube, ou estaleiro próprio :mrgreen: 8)
Mete-te com ideias(boas ideias) mete-te :mrgreen:

Não deixa ninguem impavido estas máquinas que voam. Estou a beber toda este conhecimento colocado de forma acessivel pelo José mas para já apenas como expectador ;-)

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Mensagem por Miguel Parente » segunda mar 05, 2007 1:14 am

Pronto, mais um workshop!!! :mrgreen:

E amanhã é 2ª-feira!!! :neutral1:

José Franco da Costa
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Mensagem por José Franco da Costa » segunda mar 05, 2007 8:29 pm

Então e os veleiros? :roll: A moda dos foils esqueceu-os? :shock:

Nem pensar! Os princípios de funcionamento dos hydrofoils foram-se estendendo, desde cedo, aos veleiros.

Já em 1957, ainda com foils múltiplos e semi submersos, aparecia o americano MONITOR.

As características deste barco eram verdadeiramente espantosas para a época. Vejam:

Comprimento 7,92 m.
Boca 6,40 m
Área vélica 21,37 m2
Peso do casco 360,00 kg
Altura em voo 0,76 m
Velocidade crítica de elevação 5 m/s (18 km/h)
Velocidade máxima 15 / 19 m/s (54 / 70 km/h)
Tripulação 2 homens
Regulação automática dos trims
Tendência para rolamento parcialmente compensada pelo ajustamento diferencial do ângulo dos foils
Todos os ângulos dos foils eram ajustáveis em voo

A brincadeira (em 1957) ficava por uns modestos 20.000 USD. :D :D

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Também se atiraram logo aos veleiros de cascos múltiplos ... Nada parava ... Ó pró WINDRIDER! Gandas malucos ... :neutral7: :neutral7: :neutral10: :neutral10:

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Deliciem-se com as maravilhas de WILLIWAW em http://www.wingo.com/dakh/ e em http://www.foils.org/williwaw.pdf Vale a pena! :mrgreen:

E só para não pensarem que os veleiros de cascos múltiplos foram uma área muito limitada, no tempo e no espaço, espantem-se com alguns outros exemplos. Eles foram sempre evoluindo até aos dias de hoje ...

O Hobie 18 desenhado por Dave Carlson's

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O VOLADOR II desenhado em Espanha ...

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O EIFO do Dr. Sam Bradfield's

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A atração por soluções cada vez menos ortodoxas e mais arrojadas ... :neutral5:

O Dactyloptera, fabricado na República Checa em 1999, com 7m de comprimento e 6,5m de largura

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O Hobie Trifoiler

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Os Moth australianos

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Algumas propostas eram absolutamente imperdíveis. Fantásticas.

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Eu não disse? É uma propostas das TECHNIQUES AVANCEES French Racing Catamaran

Outras propostas até nos fazem sorrir ...

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Hydrofoil construído por Steve Gresham e Greame Vanner

E algumas sonhar com desportos mais radicais ...

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Uma boa proposta para um modelo a fazer pelo José Carlos depois de acabar o célebre barco a remos ... :mrgreen: :oops:

:neutral6: :neutral6: :neutral6: :neutral6:
Cumprimentos,

José Franco da Costa

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Mensagem por Carlos Mariano » segunda mar 05, 2007 8:42 pm

Esse maduro aguenta bem com a moçoila ás costas:lol:

José Franco da Costa
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Mensagem por José Franco da Costa » segunda mar 05, 2007 8:54 pm

O magano faz de "euribor" e ainda se ri ... :D :D . Talvez eu o compreenda :oops: :oops:
Cumprimentos,

José Franco da Costa

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Mensagem por josecarlos » segunda mar 05, 2007 10:06 pm

:lol: olá, ele não se está a rir mas a doer-lhe as orelhas :mrgreen: :mrgreen: :mrgreen:

José Franco da Costa
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Mensagem por José Franco da Costa » quarta mar 07, 2007 12:26 am

Para acabar com esta empreitada :D de apresentar resumidamente (não parece, mas foi ... :oops: :oops: ) a evolução dos hydrofoils, se calhar ficava bem, ao terminar, espreitar o futuro. :mrgreen:

Os hydrofoils mais radicais (há quem diga que eles é que são o futuro) são máquinas nas quais é já muito difícil descobrir-lhes as formas tradicionais de um navio de onde, afinal, descendem. :shock: :shock:

Nalgumas abordagens combinam-se os conceitos dos foils e dos WIG (ekranoplan) e o barco passa a ter dois cascos!! :shock: Essa abordagem foi designada por HYSWAS (Hydroplane Small Waterplane Area Ship).

O casco superior funciona segundo o efeito de solo (WIG – Wing in Ground Effect = Asa em Efeito de Solo) e o casco inferior, sempre submerso, leva alojada a motorização da embarcação e comporta-se um pequeno hydrofoil de bolha. :roll: :roll: :roll:

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e divirtam-se a passear nestas propostas :D

http://www.mapcorp.com/

Se o Vasco da Gama visse isto, se calhar preferia ir para a pé para a Índia ... Agora pensar que estas "coisas" a seguir eram barcos é que seria muito pouco provável.

Imagem Imagem

(são desenhos de Luigi Colani. Objectos extraordinários deste designer – não exclusivamente relacionados com navios, mas interessantes – podem ser vistos aqui http://www.io.tudelft.nl/public/vdm/fda ... /index.htm )

Outras visões, estas da Hydrofoils Incorporated ( http://www.hydrofoil.com/home.htm )

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com foils retracteis

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Ou ainda esta – que engloba os meus dois principais interesses: submarinos e hydrofoils.

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Podem ver mais sobre esta (e outras) embarcações extraordinárias em http://www.bionicdolphin.com/cms/

Deliciem-se com estes modelos bem reais

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Acreditem que vale a pena uma visita ao seu site http://www.paritetboat.com/looker.shtml

E só para não as discriminar aqui vão outras propostas

Skis de água – munta louco man!!!

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windsurf

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a pedal

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ou

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e até recorrendo à energia solar

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E por aqui me fico. :mrgreen: :mrgreen: Desculpem a seca e o meu exagero. A intenção foi a melhor :neutral6: :neutral6: :neutral6:
Cumprimentos,

José Franco da Costa

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