FAQ's e princípios físicos

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Mensagem por Skipper » segunda nov 20, 2006 11:23 pm

Li com atenção a explicação do J. F. Costa e, na minha ignorância, mas com vontade de aprender, pergunto:

Os CE's ficam totalmente, ou parcialmente cheios? É que se não ficarem totalmente cheios, há que contar com os movimentos do lastro devido à inércia resultante das acelerações e desacelerações do modelo.

Será assim?
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José Franco da Costa
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Mensagem por José Franco da Costa » segunda nov 20, 2006 11:46 pm

Skipper,

Obrigado por ter entrado na converseta dos subs.

O seu raciocínio está certo, mas ... não aplicado aos CE's, mas aplicado aos tanques de lastro líquido.

A sua confusão na terminologia é normal. Ela é tanta que se pode tornar confusa.

Os CE's são os compartimentos estanques, que, no seu interior transportam equipamento que se quer a funcionar em seco (baterias, servos, receptor, etc.). Nesses não há água (quer isto dizer que um submarinista faz tudo o que souber para que a água não entre nos CE's. Faz tudo, e faz as vezes que for preciso ... :mrgreen::mrgreen: )

Nos tanques de lastro líquido (os usados nos submarinos para variar a flutuabilidade do modelo) já entra água como forma de alteração das acções verticais.

Nesses tanques, as acelerações e a inclinação do casco, de facto, influenciam o equilíbrio do navio.

É então aí que entram as superfícies móveis (hidroplanos) em funcionamento para as necessárias correcções.

Esclarecido. Desfiz a confusão? Volte sempre.
Cumprimentos,

José Franco da Costa

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Mensagem por Skipper » terça nov 21, 2006 12:16 am

Obrigado José

É sempre um prazer ler quem sabe.
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Mensagem por Helderluiss » terça nov 21, 2006 12:46 pm

José Franco da Costa Escreveu: Requer muitos pés molhados (o Helder que o diga ...)
Tirar o modelo da água para terra não imaginam a água que aquilo traz dentro...e o peso, ufa,ufa.
joão fernandes Escreveu: Embora não ache grande piada aos subs (descupa Helder) ...

Deixa ver, João Fern... escrever bem aqui no torpedo que está vai ao fundo primeiro :mrgreen: :neutral1:

José Franco da Costa
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Mensagem por José Franco da Costa » terça nov 21, 2006 11:17 pm

Hoje é para a gozação! Viva a chalaça!

Oh Helder, a vida não pode ser só sofrimento. Nem só sapatos ensopados, calças encharcadas, sei lá que mais.

Para um próximo ensaio de equilíbrio talvez se arranje um tanque de cerveja e uma carrada de tremoços para lastrar ... :mrgreen: :mrgreen: :mrgreen:

Assim, já não era tudo para negativos! :neutral6: :neutral6: :neutral6:
Cumprimentos,

José Franco da Costa

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Mensagem por Helderluiss » domingo nov 26, 2006 2:55 pm

James Bondex, não está mal não senhora.

José Franco da Costa
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Mensagem por José Franco da Costa » segunda nov 27, 2006 12:19 am

Na sequência do meu post de 20 de Novembro passado , vou, em complemento de tudo o que tem sido escrito sobre equilíbrios, apresentar alguns esquemas desenhados e imagens que retirei da net e que, estou convencido, ajudará "a ver melhor o filme todo".

Aqui vai:

O mergulho dinâmico consegue-se com o efeito conjunto da velocidade de deslocação e do movimento dos hidroplanos ( superfícies móveis ). Não há variação de peso do submarino.

Imagem

Quando a superfície de ré fica assim / o submarino desce. Quando fica assim ___ com a superfície de vante para baixo, anda imerso a alta velocidade e quando fica \ o submarino sobe para a superfície. O hidroplano da torre é o que contribui, pela sua posição, com menor influência para o movimento do submarino mas move-se, obviamente, em concordância com as outras superfícies móveis

No mergulho estático, há variação de peso do submarino. Vejam o esquema ( caso de submarino de casco duplo ):

Imagem

A preocupação com os equilíbrios leva à adequada localização dos tanques principais e secundários no interior do casco:


Imagem

Os tanques principais enchem-se sempre completamente e colocam o submarino com flutuabilidade quase nula embora ligeiramente positiva.

Estando cheios reduzem o efeito negativo da já abordada deslocação do lastro líquido durante o mergulho que, assim, só se origina nos tanques de trim. Estes é que poderão não ter necessidade de encher completamente.

A existência destes tanques secundários, traduz-se em óbvias economias de energia e de maior facilidade de controlo do submarino.

Num caso real, para controlo dos níveis de água nos tanques, vejam a quantidade de válvulas que existem. As válvulas estão assinaladas com a letra B. O manípulo ( volante ) assinalado com A é o comando de um dos hidroplanos:

Imagem

A tecnologia apresentada tem já 50 anos mas ilustra bem a dificuldade real na obtenção e manutenção dos equilíbrios, sobretudo, em imersão.


Finalmente, um cheirinho do lugar de controlo de um submarino da classe Albacora (1952):

Imagem

Havia já, inegavelmente, alguma semelhança com o posto de pilotagem de um avião. Estes foram os primeiros submarinos em que o volante de controlo funcionava como o dos aviões: comandava além das curvas também as subidas e as descidas.

Só não tinha janelas. Não se via para a frente e para os lados. Pormenor, afinal, sem importância ... :neutral1: :neutral1: :neutral1:

Se quiserem fotografias de interiores de submarinos com tecnologia actual, digam-me que eu peço aos agentes secretos que andam por aqui ... ! :mrgreen: :mrgreen: :mrgreen:
Cumprimentos,

José Franco da Costa

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Mensagem por José Franco da Costa » domingo dez 03, 2006 11:33 am

Neste tópico ficaram já registados os principais princípios físicos segundo os quais se baseia o funcionamento dos submarinos.

São, de facto, navios muito especiais. De todas as máquinas que cruzam os mares (ou os laguinhos...) são os únicos que podem, depois de ficarem completamente debaixo de água, ... voltar, pelos seus próprios meios, à superfície.

Mas voltarão sempre? E se não voltarem?

Os submarinistas mais experimentados dizem que, não é "se não voltarem" mas "quando não voltarem". Dizem que um dia não voltam mesmo e ponto final.:oops:

Vamos rever alguns comportamentos que tendem a contribuir para que quando "o não voltar" suceder, seja o mais tarde possível e produza os menores prejuízos possíveis.

De tudo o que já foi dito sobre a escolha do local de navegação, não se esqueça que águas salgadas ou muito cloradas são totalmente desaconselháveis e as muito turvas também.

Se o local que escolheu para comandar o modelo tiver águas naquelas condições e a vontade de navegar apertar muito, então navegue quase sempre à superfície ou a uma profundidade tão pequena que mantenha sempre um perfeito contacto visual com o modelo. Olhe que estes modelos são caros, dão muito trabalho a construir e não vale a pena arriscar...

Se o seu local de navegação é um lago artificial, por que geralmente - pelo menos na nossa terra - as suas profundidades são pequenas, a eventual recuperação de um submarino teimoso em ficar lá no fundo não é muito problemática. No entanto, lembre-se que os fundos estão cheios de pó e que se esse pó for agitado lá se perde a visibilidade subaquática. Por isso, se o submarino ficou no fundo, não convença um batalhão para por os pés na água para o ajudar a procurar. Veja até se o evita. Vá sozinho. Senão às tantas não se vê nada, corre-se o risco de pisar o modelo e o pó leva algum tempo a assentar de novo.

Se escolheu um lago natural (ou rio, ribeiro, represa, charca, o que for), aí arrisca muito mais. Tenha todos os cuidados já indicados e faça um reconhecimento prévio do lago, o mais exaustivo que lhe for possível. Veja se reconhece os locais menos profundos, a localização e características dos eventuais acidentes (pedras, troncos, raízes, etc) e tenha tudo isso em consideração quando navegar o seu modelo. Procure para navegar os locais menos profundos e menos acidentados. Os riscos do modelo ficar preso nos fundos, num mergulho mais profundo e menos preparado, é bem maior nestas condições do que em lagos artificiais.

Em lagos artificiais e mesmo que um deles seja o seu local habitual de aventuras náuticas, sempre que navegar o modelo faça um reconhecimento aos fundos na sua zona de navegação. Algum engraçadinho pode ter mandado com um calhau para dentro de água e o seu modelo - pelo princípio fatal da atracção das leis de Murphy :mrgreen: - é bem capaz de bater nele ... :oops:. Olhe que um modelo grandito (comprimento da ordem de um metro e muito) mesmo com a torre a roçar a superfície das águas (por baixo, está claro ...:mrgreen:) o fundo do casco já deve ter mergulhado para aí uns de 30 cm ... e anda, então, já perto do fundo do lago.

Se costuma navegar o seu modelo numa piscina. Então é um felizardo e tem obrigação moral de indicar o local aos outros! :neutral1: :neutral1: :neutral1: . É, na minha opinião, o local de eleição.

Na escolha do seu local de comando e de observação das evoluções do modelo, evite as zonas onde o sol se espelha nas águas e use óculos "polaroid" (em MP poso indicar a conta para depósito dos honorários desta publicidade :neutral7: :neutral7:). Facilite a sua visão do modelo.

Correlacione sempre a posição do modelo com algum ponto notável do local onde navega (particularidades nas margens, árvores, construções, etc) que o ajudem a localizar o local onde ele está. Um amigo que observe as evoluções do modelo num local diferente do seu pode ser muito útil. Olhe que se o modelo ficar no fundo, não é fácil, com grande margem de certeza, ir dar-se com o local ... .

E se ele ficou lá no fundo ... . Sinceramente desejo que seja num local pouco fundo ou então que seja verão ... quando um mergulhito sabe sempre bem!!!! :neutral1: :neutral1: :neutral1: E que recupere o modelo. E que o seque. E que ele volte a andar. E tudo o resto ... !!!!
Cumprimentos,

José Franco da Costa

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Mensagem por José Franco da Costa » domingo dez 03, 2006 5:17 pm

My dear James,

When I started my Akula, ê nã fazia a minor idêa keste Fórum existed.

And çózinho with the submarinu in the lago, ê nã tinha hands qui chigassem pró filmari e pró comandari.

Now the variator is pifeited. Logo que u tanha mudadu, mandarei-lhas, of course.

If you meet the Queen, please give her my regards! :neutral1: :neutral1: :neutral1: :neutral1:


(Não me leve a mal. É só brincadeira)
Cumprimentos,

José Franco da Costa

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Mensagem por José Franco da Costa » segunda dez 18, 2006 11:58 pm

Tenho andado a hesitar entre voltar a postar mais qualquer coisa para aqui ou deixar andar este tópico ao sabor de eventuais correntes.

Como se comprova, venceu a atitude positiva. Aqui vai, especialmente para iniciados em rádio controlo (RC).

Disperso pelo Fórum, tenho topado com a apresentação de dúvidas sobre qual o equipamento rádio que deve ser adquirido por um iniciado.

É também uma das FAQ's que amigos meus mais curiosos, invariavelmente me colocam.

Que rádio comprar? Quer isto dizer, quantos canais, no mínimo, se tem de dispor no emissor. É que o número de canais, paga-se.:oops:

É óbvio que tudo depende da folga que exista nos euros e de quantas funções se pretende rádio-controlar no modelo.

Para se poder analisar esta situação, assuma-se que a folga nos euros não existe ou é pequenita e reduzam-se as funções a rádio-controlar às mínimas essenciais para a manobra do modelo.

Assim, em muitos modelos navais (quase todos ...) o essencial é comandar o motor (ou a vela) e o leme. Isto é: precisa-se, no mínimo, de dois canais.

Nos submarinos, não! São precisos, no mínimo, três canais se o sistema de imersão for dinâmico: um para o motor, outro para o leme e mais um para as superfícies móveis e quatro, se o sistema de imersão for estático, caso em que se repetem os já indicados e mais um para fazer funcionar o tanque de balastro líquido.

E, mais uma vez, lá estão os submarinos a complicar a regra geral dos outros modelos de navios. :oops: :oops:

Imaginem ainda que se pretende comandar as várias superfícies móveis do modelo (as de ré, de vante e, nalguns modelos, da torre) para aproximar muito mais o movimento do modelo ao comportamento do navio real. Se esse comando for totalmente independente multiplicará o número de servos necessários, se for encadeado - caso em que todos os hidroplanos serão comandados a partir de um só servo embora com batimentos diferentes uns dos outros (entenda-se amplitudes e sentidos de movimentos dos hidroplanos de ré diferentes dos de vante e dos da torre) - não aumentará o número de servos mas terá uma afinação praticamente impossível de conseguir. (A minha aposta minimalista vai no sentido de encadear os hidroplanos de ré e vante e manter o da torre em canal independente).

E já agora, imaginem que se quer ter mais de um motor com funcionamento diferenciado para mover o modelo. Mais servos. Mais canais.

E mantendo a onda, imaginem ainda, que se introduzem alguns gadjets por exemplo, periscópios com movimento, lançamento de torpedos, lançamento de mísseis, luzes, etc ... Mais servos. Mais canais.

Ás tantas desistam de imaginar. Pois, mesmo que o rádio tenha canais a dar com pau, nós é que não temos nem compartimentos estanques que cheguem para alojar isto tudo, nem dedos que cheguem para tantos sticks e "botanitos"!!! :lol: :lol: :lol:

Moral da história. Se os submarinos forem uma tentação :twisted: muito forte: rádio de 4 canais mínimo!
Cumprimentos,

José Franco da Costa

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Mensagem por José Franco da Costa » domingo mar 04, 2007 4:03 pm

Fica o aviso que, desde o início de Março de 2007, está em curso um workshop sobre a construção de um submersível amarelo neste sítio:

http://www.ptnauticmodel.net/forum/view ... 8668#18668

Notem que o acesso aos workshops carece de prévio registo no Fórum. :D

Eventuais participantes serão bem vindos. :mrgreen: :mrgreen:
Cumprimentos,

José Franco da Costa

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Mensagem por José Franco da Costa » segunda mai 07, 2007 8:29 am

Quero deixar aqui uma nota de parabéns. :D

Nas primeiras horas de hoje, este tópico ultrapassou o registo de 10 000 visitas. É obra! :neutral7: :neutral7: :neutral10: :neutral10: :neutral7: :neutral7:

Significa esta marca que, desde que o tópico foi criado há cerca de seis meses e meio, se registaram em média e todos os dias, um pouco mais de cinquenta visitas diárias. :neutral10: :neutral10:

Este, não é o registo de algum campeonato no Fórum ... :Nana: :Nana: :Nana: :Nana: :Nana: É, isso sim, o registo de que o tema e o trabalho de vários membros ao colaborarem neste tópico, valeram a pena! :neutral7: :neutral7: :neutral7: :neutral7:

Parabéns, portanto, aos que aqui colaboraram e, naturalmente, ao Fórum. :Yahoo: :Yahoo: :neutral7: :neutral7: :neutral10: :neutral10: :neutral7: :neutral7: :Yahoo: :Yahoo:
Cumprimentos,

José Franco da Costa

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Re: FAQ's e princípios físicos

Mensagem por Johnny Pesqueiro » sábado fev 27, 2010 6:27 pm

Olá, eu li aqui no tópico que um submarino pode atingir 5 metros, mas depois disso em aguas claras perde-se a visão do modelo..

Mas fica limitado pela perda de visão ou é por que as ondas não se propagam bem na água?

Descupem, é que não ficou bem claro para mim..
"Conhece-se o marinheiro, no meio da tempestade."

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Re: FAQ's e princípios físicos

Mensagem por José Franco da Costa » sábado fev 27, 2010 9:19 pm

Ambas as situações. A essas profundidades é tão difícil estabelecer contacto rádio como visual... Ossos do ofício!!
Cumprimentos,

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Re: FAQ's e princípios físicos

Mensagem por Johnny Pesqueiro » domingo fev 28, 2010 3:19 am

Humm, é que eu tava pensando em fazer uma submarino com uma camera a bordo que transmitisse imagens para um receptor, mas tambem seria inviável pois a camera tambem opera com ondas de radio..
"Conhece-se o marinheiro, no meio da tempestade."

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Re: FAQ's e princípios físicos

Mensagem por José Franco da Costa » domingo fev 28, 2010 7:03 am

Leia mais sobre o assunto e faça o seu projecto! Não há-de ser por causa da profundidade.

Compenetre-se que "grandes profundidades" são 1 metro ;-) ... e verá que nem sequer é fácil encontrar locais onde as possa atingir... pelo menos deste lado do Atlântico!

Vá lá, leia, atire-se e vá dando notícias! :D :D
Cumprimentos,

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Re: FAQ's e princípios físicos

Mensagem por Helderluiss » domingo fev 28, 2010 7:50 am

E que tal uma camara que permita guardar em memoria as imagens?

Dai ao filme que segue em baixo vai um passo :fotos:

http://www.youtube.com/watch?v=TAHwN7-Lo2Q

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