Servos para veleiros

Responder
Carlos Mariano
Almirante
Almirante
Mensagens: 3829
Registado: domingo out 09, 2005 11:41 pm
Localidade: Cascais
Contacto:

Servos para veleiros

Mensagem por Carlos Mariano »

Aqui se apresentam tipos de servos para veleiros
wolfbane
Grumete
Grumete
Mensagens: 13
Registado: sexta ago 18, 2006 4:36 pm
Localização: amora

Mensagem por wolfbane »

oiii
k servo e k acham k seria adequado para um trimaram com +\- 1m2 de area vélica?????
parabens pelo optimo forum k me tem ajudado imenso

fikem :D
Avatar do Utilizador
Miguel Parente
Almirante
Almirante
Mensagens: 4388
Registado: quarta ago 30, 2006 3:46 pm
Localização: Penedo/Sintra
Contacto:

Mensagem por Miguel Parente »

Boas,

Será que algum dos entendidos, poderia referir algo sobre este assunto, sff?

Por exemplo:

-Servo de braço.
-Servo enrolador.
-Quais as diferenças e aplicações.
-Como é a relação do servo com a área vélica.
-Etc...

Um muito obrigado
Avatar do Utilizador
Miguel Parente
Almirante
Almirante
Mensagens: 4388
Registado: quarta ago 30, 2006 3:46 pm
Localização: Penedo/Sintra
Contacto:

Mensagem por Miguel Parente »

miguel Escreveu:Boas,

Será que algum dos entendidos, poderia referir algo sobre este assunto, sff?

Por exemplo:

-Servo de braço.
-Servo enrolador.
-Quais as diferenças e aplicações.
-Como é a relação do servo com a área vélica.
-Etc...

Um muito obrigado
Avatar do Utilizador
Miguel Parente
Almirante
Almirante
Mensagens: 4388
Registado: quarta ago 30, 2006 3:46 pm
Localização: Penedo/Sintra
Contacto:

Mensagem por Miguel Parente »

Uau!!! :shock: Isso o Topas "formiga" ficava um espectáculo, desaparecendo aquela retranca "idiota"!!! :shock:
E era muito mais real...

Temos que conversar. ;-)

No entanto, quando o cabo está folgado num dos lados (até o estai ou a genoa voltar a encher, enquanto está aproado ao vento) como de fará para não se "ensarilhar" tudo? Com elásticos?

Saudações
miguel
Manuel Sá
Capitão-Tenente
Capitão-Tenente
Mensagens: 300
Registado: terça out 24, 2006 10:55 pm
Localização: Feijó - Almada

Mensagem por Manuel Sá »

:shock: :shock: :shock: :neutral10:
MM "POR 50" - "Zinha" (ch 61 - 35.010)
Avatar do Utilizador
Miguel Parente
Almirante
Almirante
Mensagens: 4388
Registado: quarta ago 30, 2006 3:46 pm
Localização: Penedo/Sintra
Contacto:

Mensagem por Miguel Parente »

Veio uma resposta, sai uma pergunta!
(para apagar)
Última edição por Miguel Parente em sexta jun 29, 2007 2:34 pm, editado 1 vez no total.
Avatar do Utilizador
Miguel Parente
Almirante
Almirante
Mensagens: 4388
Registado: quarta ago 30, 2006 3:46 pm
Localização: Penedo/Sintra
Contacto:

Mensagem por Miguel Parente »

Vieram vários desenvolvimentos...tiro outra pergunta!

(para apagar)
Última edição por Miguel Parente em terça jul 03, 2007 11:44 pm, editado 1 vez no total.
Avatar do Utilizador
Filipe Seguro
Capitão-Tenente
Capitão-Tenente
Mensagens: 290
Registado: quarta jan 04, 2006 6:26 pm
Localidade: Japao

Mensagem por Filipe Seguro »

Miguel, e vai mais um repeat , pra ver se alguém vê :mrgreen: :neutral1:
Avatar do Utilizador
Miguel Parente
Almirante
Almirante
Mensagens: 4388
Registado: quarta ago 30, 2006 3:46 pm
Localização: Penedo/Sintra
Contacto:

Mensagem por Miguel Parente »

Está bem, pronto!!!
Ok, eu espero que vocês "estudem" mais qualquer coisa sobre servos... :neutral1:

Mas, POR FAVOR, não demorem muito, para o pessoal não comprar mais coisas dessas (é que eu já tenho um e as frequências são todas iguais!!!)... :mrgreen:

:idea: Mas, tenho uma ideia: :idea: como se trata de ..."Afinação de barcos à vela"..., ..."servos para veleiros"... , aqui não há-de haver esse problema!!! :Yahoo:
Fico a aguardar.

Um muito obrigado
miguel (e, acho, que mais uns quantos...)
José Franco da Costa
Capitão de Fragata
Capitão de Fragata
Mensagens: 447
Registado: segunda out 16, 2006 10:29 pm
Localização: Caparica

Mensagem por José Franco da Costa »

Meus caros amigos membros deste Fórum.

Continuo a acompanhar, com interesse e atenção, todos os desenvolvimentos que são tratados no Fórum. Tenho agora muito tempo disponível para o poder fazer com uma assiduidade enorme.

Já há tempo que "ando de olho" neste tópico em particular. Porquê? Porque, como sabem, ando a montar um veleiro - o meu primeiro veleiro - e um tema destes teria, naturalmente, o maior interesse.

Mas, face ao deserto que o tópico tem sido, começo a convencer-me que sou o único membro do Fórum ignorante nesta matéria e que, afinal de contas a avaliar pelo desinteresse que este tema causou na comunidade, a dita matéria deve ser inquestionável (ninguém tem dúvidas) e sem qualquer interesse (ninguém intervém), se calhar, pela sua vulgaridade.

Vejam só: o tópico foi criado em Set 2006. A primiera mensagem sobre o tema - é do Wolfbane - e só foi publicada quase 3 meses depois da criação do tópico. Hoje (quase 7 meses depois), não há registo nem de qualquer resposta que lhe tenha sido dada, nem de qualquer outra nova mensagem até ao presente.

Já sei vão dizer que foi a célebre fúria do "apagão". Se foi isso, então apagaram mensagens com interesse informativo e mantiveram outras - como as actuais primeira e segunda mensagens deste tópico - que, na forma actual, não servem rigorosamente para nada.

Tanta "lenga-lenga" até agora serviu apenas para fundamentar um desabafo e lançar um alerta para o estado de um tópico potencialmente muito interessante para os amantes dessa modalidade. A intenção é construtiva e vou, por isso, arriscar-me a colocar algumas questões que muito gostaria ver abordadas pelos membros deste fórum que sobre o assunto tenham alguma informação.

Recuso-me a acreditar que ninguém saiba nada sobre esta matéria ou que ela não tem mais interesse do que muitas outras que continuam, no Fórum, a ser abundantemente apresentadas.

Li, numa interessante discussão sobre definições de construção dos MM, o nosso colega Carneiro dar a entender que um vento de 15 nós (~28 Km/h) é um vento "fortezinho" que já põe dificuldades à navegação dos MM com a área vélica base do modelo.

A minha ignorância não me deixa discernir se aquela velocidade põe também dificuldades noutros veleiros de dimensões diferentes das dos MM. Digam lá, se fazem o favor, põe? :D

De uma forma tosca (no sentido de pouco rigorosa) os meus conhecimentos profissionais levam-me a poder dizer que um vento excepcionalmente forte terá velocidades da ordem de 100 km/h ou superiores. Pelo que a tal ventania de 15 nós a que o Carneiro se refere, até me parece - meramente por comparação dos valores extremos das velocidades da brisa e do ciclone ... - um limite superior perfeitamente aceitável.

Se assim for, e mantendo uma razoável aproximação, diria que a pressão produzida numa superfície que se opõe frontalmente ao vento será da ordem dos 30 kg/m2 (0,003 kg/cm2).

Será que então posso afirmar que um servo para comandar as velas terá de ter, no máximo, uma "força" de 0,003 x área vélica (em cm2) (ex. 0,003x1600 = 4.8 Kg)? Manifestem-se lá, se faz favor. :D

Sabendo que essa força é um "torque" (e não uma força como habitualmente todos - e eu também - dizemos ... ) qual a influência do tamanho do braço do servo? Quero com isto ver discutido se num servo com um determinado "torque" é indiferente o tamanho do respectivo braço. Cada um faz o que mais lhe convier e o servo está lá sempre a responder bem? Que acham? :D

Vou acabar (não aplaudam esta decisão, se faz favor ... :oops: :oops: ) mas antes quero agradecer ao Miguel pela persistência e ao Artur pelos conhecimentos que partilhou neste tópico.

Aproveito também para lembrar que ontem também houve o apagão neste tópico ... :oops: e para afirmar publicamente ao Paulo Simões, que estou com ele e sempre disponível para "empurrarmos com a barriga" não só o Fórum como a divulgação desta modalidade. Ás tuas ordens Paulo! :D

E agora, venham os contributos! :mrgreen: :mrgreen:


PS. Para o Yamaha, ainda não comprei mas já decidi qual o "torque" a adoptar para o servo das velas ... fui-me baseando nos números que já avancei ... dava-me jeito saber se não vou fazer asneira ... :roll: :roll: :mrgreen: :mrgreen:
Cumprimentos,

José Franco da Costa
Avatar do Utilizador
pjesus
Almirante
Almirante
Mensagens: 7422
Registado: quinta ago 10, 2006 10:21 am
Localidade: Sobreda
Contacto:

Mensagem por pjesus »

Creio que a verdade é que no modelismo muitas das coisas são feitas na base da tentativa-e-erro, ou por ter ouvido dizer.

Raramente alguém faz uma abordagem científica como a tua, Franco. :)

Dou um exemplo... quando comprei o Northwind não sabia nada de modelismo náutico (o que é um pouco menos do que sei agora).
Quando o comprei não sabia que servos havia, p.ex.
Comprei um rádio de 4 canais porque queria controlar independentemente as 2 velas, e ainda bem que o fiz porque os Futaba 3003 são fracos para controlar quase meio metro quadrado de pano. (até só para a grande tinha problemas, antes de re-estruturar toda a estrutura interior)

Em relação ao ser "vento a mais" (normal nos MMs) não terá tanto a ver com a força dos servos mas mais com o barco em si.
Um barco que pesa 900g não pode aguentar muito vento. Mesmo que o servo consiga caçar as velas o barco vai adernar tanto que não navega (há por aí uma foto que tirei ao MM do Luis Maurício com leme fora de água).

Como é fácil perceber, a área vélica reduz quadraticamente com a escala, o peso reduz cubicamente, mas o vento... mantém-se... :)
Ou seja, regra geral, quanto mais pequeno (e leve) o modelo menos vento aguenta.

PS:
Aqui fica a tal foto do MM do Luís:
Imagem
O limite não está no servo ou nas velas. Está mesmo no próprio barco.
José Franco da Costa
Capitão de Fragata
Capitão de Fragata
Mensagens: 447
Registado: segunda out 16, 2006 10:29 pm
Localização: Caparica

Mensagem por José Franco da Costa »

Olá Tiago,

De facto, no modelismo (e não só ... ;-) ) segue-se muitas vezes o método tentativa-erro, como dizes e bem! ...

É um método de quase inevitável escolha - face aos nossos meios e saberes - sempre que se tem de desbravar novas soluções, já que a rigorosa reprodução de comportamentos reais em modelos tem muito que se lhe diga (e eu tenho alguma experiência profissional disso :oops: ).

Porém na minha opinião, um Fórum destes exigiria que as conclusões de toda essa experiência acumulada, fosse sistematicamente apresentada.

Sabes, é que não acredito que, os modelistas mais experientes, partam ainda hoje "às cegas" e a atirar palpites quanto à "força" do servo das velas ... :shock: :shock: ou que se conformem com os conselhos dos vendedores ... :shock: :shock: Mas, se assim for, então mais se justifica a discussão deste tema.

É para a partilha desses conhecimentos e experiências que apelo.

Mantenho-me esperançado e ... disciplinadamente à espera ... :mrgreen: :mrgreen:
Cumprimentos,

José Franco da Costa
Avatar do Utilizador
Miguel Parente
Almirante
Almirante
Mensagens: 4388
Registado: quarta ago 30, 2006 3:46 pm
Localização: Penedo/Sintra
Contacto:

Mensagem por Miguel Parente »

Carlos Simões Escreveu:Alguns dos servos utilizados nos veleiros, e suas caracteristicas
Servos HITEC

HS-311 - Leme
http://www.hitecrc.de/store/product.php ... 309&page=1

HS-475HB Velas modelos pequenos
http://www.hitecrc.de/store/product.php ... 309&page=1

HS-765HB Velas modelos grandes "servo de braço"
http://www.hitecrc.de/store/product.php ... 309&page=3

HS-785HB Velas modelos grandes "servo de tambor"
http://www.hitecrc.de/store/product.php ... 309&page=3
Avatar do Utilizador
Carlos Silva
Capitão de Fragata
Capitão de Fragata
Mensagens: 462
Registado: sábado dez 23, 2006 10:07 pm
Localização: Alverca

Mensagem por Carlos Silva »

Pjesus escreveu:
Como é fácil perceber, a área vélica reduz quadraticamente com a escala, o peso reduz cubicamente, mas o vento... mantém-se...
Ou seja, regra geral, quanto mais pequeno (e leve) o modelo menos vento aguenta.
Salta á vista, Os comprimentos e larguras se reduzem proporcionalmente em relação à escala original. :D :D

O mastro e a retranca da maior num modelo de 1m devem ter aproximadamente 150 cm e 40 cm respect.

Se quisermos reduzir esse modelo para RG-65, acha-se o factor de escala: fe=Comprim. desej / comprim. do modelo
logo= 65/100 = 0.65

Mastro= 150*.65=97.5cm
Retranca=40*.65=26cm

Partindo do princípio que conseguimos meter as velas da altura do mastro nos dois casos para facilitar as contas, temos que com o mastro original 150*40/2=3000cm2 de área vélica. Com o mastro para RG-65 = 97.5*26/2=1267.5cm2 de área vélica.
Só considerei a vela grande....

Com a exposição do José Franco da Costa que eu acho estar impecável temos que os (0.003Kg /cm2)

Num caso 0.003*3000=9Kg no outro 0.003*1267.5=3.8025Kg

O vento mantém-se mas a força exercida nas velas é muito menor, parece haver qualquer coisa que não joga bem.
:oops:
Fica tb. demonstrado se as contas estiverem certas, a redução quadratica das superficies. :D

Este assunto dos servos é bastante mais complicado do que parece á primeira vista, havendo uma sèrie de factores a considerar. :mrgreen:

Abraço
Imagem
-- Courageux ll --Cumprs. -- Rita SS
José Franco da Costa
Capitão de Fragata
Capitão de Fragata
Mensagens: 447
Registado: segunda out 16, 2006 10:29 pm
Localização: Caparica

Mensagem por José Franco da Costa »

Carlos Silva escreveu:

O vento mantém-se mas a força exercida nas velas é muito menor, parece haver qualquer coisa que não joga bem. :oops:
Como a acção do vento foi apresentada sob a forma de pressão (força por unidade de superfície) isso determina a variação que notou e faz com que a força seja directamente proporcional à área vélica.

Assim, quanto mais pequeno for o modelo (e, portanto, a sua área vélica) menor a força em jogo.

Julgo que a sua dúvida fica assim "arrumada". :D

Este é um assunto obviamente interessante e ... vasto. :oops: :oops:

Obrigado pelo seu contributo. Oxalá venham outros ... :neutral9: :neutral9:
Cumprimentos,

José Franco da Costa
Avatar do Utilizador
pjesus
Almirante
Almirante
Mensagens: 7422
Registado: quinta ago 10, 2006 10:21 am
Localidade: Sobreda
Contacto:

Mensagem por pjesus »

Carlos, não sei se percebi correctamente o que querias dizer pois estou a ler isto meio de fugida (cliente aqui ao lado....:oops:)...

Mas a força na vela dum barco pequeno é menor, claro.
A questão que eu levantei é que se a escala reduz 0.65 a área vélica reduz para o quadrado disso e o peso para o cubo.

Ou seja, temos 65% do comprimento, 42% da área vélica e 27% do peso.

Isto tudo teoricamente, claro, assumindo uma escala perfeita, que nunca (ou muito raramente) é o caso - o que atenua um bocado (muito!) o efeito.

Um exemplo... o Northwind tem 91cm e pesa cerca de 3kg. O Micro Magic tem 53cm e pesa 900g (pelas contas o MM deveria pesar umas 230g, era impossível nabegar com ele :D)

Divaguei um bocado, não foi? Desculpem lá... :roll:
Avatar do Utilizador
Carlos Silva
Capitão de Fragata
Capitão de Fragata
Mensagens: 462
Registado: sábado dez 23, 2006 10:07 pm
Localização: Alverca

Mensagem por Carlos Silva »

José Franco da Costa, eu tentei demonstrar a frase que o Pjesus escreveu, para ser mais fácil de entender por todos os membros do site. a frase explica como se muda uma escala.

Ele diz no final da mesma, que o vento mantém-se, essa é a parte que eu não concordo, o vento mantém-se mas exerce uma força na mesma razão quadratica, donde não deve ser por aí que o modelo fica mais instável, penso eu. :?

Pjesus cuidado com os MMMs. Com que então duzentas gramas. :TomaLa: :TomaLa: :TomaLa:

Fiquemos então á espera dos eruditos, já me sentei...

Cumpr.
Imagem
-- Courageux ll --Cumprs. -- Rita SS
Avatar do Utilizador
pjesus
Almirante
Almirante
Mensagens: 7422
Registado: quinta ago 10, 2006 10:21 am
Localidade: Sobreda
Contacto:

Mensagem por pjesus »

Carlos Silva Escreveu:Ele diz no final da mesma, que o vento mantém-se, essa é a parte que eu não concordo, o vento mantém-se mas exerce uma força na mesma razão quadratica, donde não deve ser por aí que o modelo fica mais instável, penso eu. :?
Acho que já percebi a confusão... :)

Quando digo "o vento mantém-se" quero dizer que 10 nós de vento são 10 nós para qualquer barco, independentemente do tamanho.

Ao mudarmos a escala, a força/pressão total que o vento exerce nas velas reduz quadraticamente porque a área vélica também reduz quadraticamente (como demonstraste).

Mas o peso que temos disponível para equilibrar essa força do vento diminui cubicamente (na teoria, mais uma vez, na prática não se verifica).

Ou seja, o limite dos barcos pequenos é o peso disponível para equilibrar a acção de "pêndulo" que o vento faz nas velas.

Por estas razões, um escala 100% correcto muito dificilmente navegará decentemente, e pior quanto menor o barco.

Daí que se usem vários truques:
- não redução cúbica do peso - o tal MM de 200g :lol:
- aumento do tamanho do patilhão (uma vez que, sendo uma alavanca, a força que este exerce para equilibrar o barco é igual ao produto do comprimento do braço - patilhão - pelo peso do bolbo)
- ligeira redução da área vélica

Mexer no peso tem a vantagem de não ser visível na escala ;-)


É também esta a razão pela qual se riza ou se usam velas menores, porque quando o vento aumenta muito o barco já não tem patilhão para equilibrar.
(seja em modelos ou em vela 1:1)

É tudo uma questão de equilíbrio, um barco mais leve nem sempre é o mais rápido (esse tal MM-teórico de 200g só ia andar com pouquíssimo vento ;-) ).


Apesar de termos entretanto fugido ao tema do tópico, isto serve para dizer (e era essa a minha intenção original) que em muitos barcos não é a força do servo que limita o desempenho! Ou seja, não é por meterem um servo de 20kg num MM que ele vai aguentar 30 nós de vento. Porque não vai. :)
Avatar do Utilizador
Carlos Silva
Capitão de Fragata
Capitão de Fragata
Mensagens: 462
Registado: sábado dez 23, 2006 10:07 pm
Localização: Alverca

Mensagem por Carlos Silva »

Chiça abriste algum compêndio sobre arte naval, cinco***** essa explicação, apesar de correr o risco de fugir um pouco ao tema. :neutral10:

Houvesse mais destas discussões sobre temas destes e a todos ficavam a ganhar....

Abraço.
Imagem
-- Courageux ll --Cumprs. -- Rita SS
Responder